quinta-feira, 8 de março de 2012

CorelDraw



Aula nº 50 8/3/2012
Aula nº 51 9/3/2012
Aula nº 52 13/3/2012
Aula nº 53 15/3/2012
Aula nº 54 16/3/2012
Aula nº 55 20/3/2012 (Parabéns JB!)
Aula nº 56 22/3/2012
Aula nº 57 10/4/2012
Aula nº 58 12/4/2012


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Aula nº 46 28/2/2012

Teoria da cor 
O conceito de cor está associado à percepção, pelo sistema de visão do ser humano, da luz emitida, difundida ou reflectida pelos objectos.

A cor de um objecto depende:

  • características das fontes de luz que o iluminam
  • da reflexão da luz produzida pela sua superfície
  • características sensoriais do sistema de visão humano, os olhos, ou de câmaras digitais.
Os olhos são os sensores de toda a visão e esta pode ser do tipo escotópica e fotópica.

Visão escotópica 
  • É produzida exclusivamente pelos bastonetes, o que impossibilita a percepção das cores.
  • São sensíveis ao brilho e não detectam a cor.
  • São sensíveis a alterações de luminosidade, mas não aos comprimentos de onda da luz visível.
Visão fotópica

É assegurada por um conjunto de três tipos diferentes de cones existentes na retina:
  • São sensíveis à cor e portanto aos comprimentos de onda da luz visível
  • O número de cones da retina 64% são do tipo vermelho, 32% do tipo verde e 2% do tipo azul.
Como os bastonetes e os cones constituem dois tipos de sensores diferentes que apreendem a intensidade da luz e as diferenças de cor, estão associados aos conceitos de luminância e crominância.


LuminânciaQuantidade de luz que é emitida.
Crominância - Refere-se ao valor das cores, enquanto a luminância se refere às luzes (branco e preto).  

Questão:
Como são geradas, armazenadas, manipuladas e reproduzidas as imagens pelos diferentes dispositivos físicos que utilizam a cor?
Antes de mais, é necessário representar as cores através de MODELOS que se aplicam a diferentes situações reais.


Modelos de cor 

  • Fornecem métodos que permitem especificar uma determinada cor.
  • Utiliza um sistema de coordenadas para determinar os componentes do modelo de cor, está a criar-se o seu espaço de cor.
-Modelo aditivo
  • Descreve a cor emitida ou projectada no ecrã.
  • A ausência de luz ou de cor corresponde à cor preta.
  • A mistura dos comprimentos de onda ou das cores vermelha (Red), verde (Green) e azul (blue) indica a presença de luz ou cor branca.
-Modelo subtractivo
  • Descreve as cores impressas.
  • A mistura de cores cria uma cor mais escura, são absorvidos mais comprimentos de onda, subtraindo-os à luz.
  • A ausência de cor corresponde ao branco e significa que nenhum comprimento de onda é absorvido (todos reflectidos).
  • A cor de um objecto corresponde à luz reflectida por ele e que os olhos recebem.

Modelo RGB
  • É um modelo aditivo;
  • Descreve as cores como uma combinação das três cores primárias: vermelho (Red), verde (Green) e azul (Blue).
 
Modelo de cor RGB
  • Usa um sistema de coordenadas cartesianas para especificar as diferentes cores, que variam de 0 a 1.
  • A cor branca corresponde à representação simultânea das três cores primárias.
  • A escala de cinzentos é criada quando se adicionam quantidades iguais de cada cor primária, permanecendo na linha que junta os vértices preto e branco. 
Aplicações
As aplicações do modelo RGB estão associadas à emissão de luz por equipamentos como monitores e computador e ecrãs de televisão.
Um exemplo da aplicação do modelo RGB é o Monitor CRT.
 
Resolução e Tamanho
Uma imagem digital é uma representação discreta, isto é, constituída por píxeis (píxel - picture element). O píxel, por norma um quadrado, é a unidade elementar de brilho e cor que constitui uma imagem digital.

A definição de resolução de uma imagem é entendida como a quantidade de informação que a imagem contém por unidade de comprimento, isto é, o número de píxeis por polegada, ppi (pixels per inch). 



 



Profundidade de cor
Indica o número de bits usados para representar a cor de píxel uma imagem. Este valor é também conhecido por profundidade do píxel e é definido por bits por píxel (bpp).
 
O quadro seguinte mostra a relação entre o número de bits e o número de cores que podem ser produzidas. Mostra também os respectivos modelos de cor e padrões gráficos utilizados em monitores e placas gráficas. 

 
 
A profundidade de cor das imagens varia com o número de cores presentes na imagem. No modelo RGB, com a profundidade de 24 bits existe a possibilidade de escolher 16,7 milhões de combinações de cores. Embora o olho humano não possa identificar estes 16,7 milhões de cores, este número de combinações permite variações ténues que dão a impressão de imagens com aspectos muito reais. 

Indexação de cor
  • Consiste em representar as cores dos pixéis por meio de índices de uma tabela (Lookup Table) e que, em alguns formatos de imagem, é armazenada juntamente com a mesma num único ficheiro. 


  •  Uma imagem de cor indexada cria uma tabela que define um número de cores predefinidas e cada pixel é definido por um índice de cor dessa tabela. 
  • As cores indexadas reduzem o tamanho dos ficheiros de imagens. No entanto, se a imagem for uma fotografia, esta pode originar um ficheiro de cores indexadas de tamanho grande. 
  • As cores indexadas estão limitadas a 256 cores.
Paleta de cores
  • É a designação utilizada para qualquer subconjunto de cores do total suportado pelo sistema gráfico do computador. 
Complementaridade de cores

Uma cor complementar de uma determinada cor primária é a cor que se encontra uando é efectuada uma rotação de 180 graus num anel de cor. No modelo
Em termos técnicos as cores secundárias ou complementares de um modelo são cores que resultam da mistura de quantidades iguais de duas cores primárias adjacentes. O quadro seguinte identifica as cores primárias do modelo RGB e as suas respectivas cores complementares. 
 




Falta Modelo CMYK, HSV e YUV. 



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Aula nº 42 16/2/2012 (parte 2)

Ópticos


CD (Compact Disk)


Para gravação
No quadro seguinte são apresentados os principais formatos de CD, de acordo com as várias possibilidades de gravação.

Formatos 
No quadro seguinte são apresentados os principais formatos de 
CD, de acordo com as várias possibilidades de gravação.


No quadro seguinte são apresentados os principais formatos de CD organizados de acordo com o tipo de informação que podem conter.
Áudio

a) CD-Digital Audio
  • O formato CD-Digital Audio (CD-DA) surgiu em 1982 e foi o primeiro formato de CD indicado para a gravação de áudio com muita qualidade. Este, quando surgiu, revolucionou a forma de gravação que, até à época, era realizada no formato analógico em discos de vinil e fitas magnéticas. 
  • Os sinais analógicos, ao serem gravados nestes CD, eram convertidos em sinais digitais. 
  • Para a divulgação deste formato de CD contribuíram, na época, de forma determinante, as seguintes características: 

-Qualidade superior do audio digital gravado;
-Tamanho dos discos de 12 cm de diâmetro; 
-Capacidade para 74 minutos de música. 
  • O formato CD-Digital Audio é um formato cujos ficheiros podem ser reproduzidos em qualquer leitor de CD. 
  • Quando os ficheiros de áudio estão num formatodiferente do CD-DA, por exemplo, MP3, MP3pro, WAV, VQF, WMA e AIF, estes são automaticamente convertidos no formato CD-DA antes de serem gravados num CD de áudio. 
  • A conversão do formato dos ficheiros pode atrasar o processo de gravação.


b) CD-Text
  • O formato CD-Text é utilizado para armazenar nos CD texto e áudio. Este texto pode consistir em informação relacionada com os títulos e os intérpretes das músicas. 
  • Actualmente, a maior parte das unidades de leitura CD-DA, existentes no mercado, não suportam o formato CD-Text. 
  • Estas unidades podem reproduzi-los como se fossem CD de áudio, ignorando o texto. Para que isto não aconteça, é necessário utilizar uma unidade de leitura CD-DA modificada. 
  • Para criar um CD-Text, o gravador de CD tem de suportar este formato e gravá-lo no modo de gravação DAO (Disc At Once - disco de uma vez), gravando uma ou várias pistas do CD numa só operação e fechando-o depois.


c) Enhanceded Music CD
  • O formato Enhanced Music CD permite criar CD com áudio e dados segundo uma nova concepção.
  • Neste formato as pistas de áudio vão ser gravadas no início do CD e as pistas de dados no fim. 
  • Estes discos são mais indicados como suportemultimédia do que os discos CD-DA, que apenas suportam áudio. 
  • No formato Enhanced Music CD, as unidades de leitura CD-DA apenas lêem o áudio e ignoram os dados e as unidades de leitura CD-ROM XA lêem o áudio e os dados. 

d) Super Audio CD
  • O formato Super Audio CD (SACD) resultou de mais uma parceria entre a Sony e a Philips. Este formato reúne boas características de um padrão de som digital, porque aperfeiçoa a frequência de amostrageme o nível de quantização do sinal, melhorando a gravação e a reprodução dos sinais digitais. 
  • Para além da qualidade sonora, também a quantidade de informação aumentou em relação aos outros CD.
Vídeos e dados


a) CD-ROM XA 
O formato CD-ROM XA (Compact Disk – Read Only Memary Extended Architecture) permite a intercalação de dados de áudio, texto e imagem num disco óptico multimédia.


b) Photo-CD
Este formato é a base para a criação de um suporte alternativo às fotografias e aos slides convencionais, sendo assim possível armazenar no formato Digital em discos CD-R.  São lidos em unidades de leitura Photo-CD  e visualizados na televisão ou em unidades de leitura CD-ROM , CD-Rom Xa e visualizados no monitor do computador.


c) Video-CD 
O formato Video CD (VCD) foi criado para permitir armazenar filmes de modo a serem reproduzidos em computador. É na realidade do tipo CD-ROM XA e pode comportar 74 minutos de áudio e de vídeo digitais, utilizando a compressão MPEG-1.

d) Super Video-CD
  • O formato Super Video CD (SVCD) foi concebido para ser o sucessor tecnológico do formato Video CD, no entanto, ao nível técnico está mais próximo do DVD do que do CD. 
  • Os CD gravados no formato Super Video CD contêm sequências de vídeo MPEG-2 e, utilizando a qualidade mais elevada, podem conter cerca de 35 minutos de filme num disco-padrão com 74 minutos de capacidade de armazenamento.
e) CD Multissessão
  • O formato CD Multissessão tornou possível superar os inconvenientes do formato  Disc At Once utilizado inicialmente pelos  CD-R. Nestes, os dados eram gravados de uma só vez e numa única pista. 
  • Para concluir a gravação, o CD era fechado e não se podia acrescentar ou alterar dados ao seu conteúdo. Com o formato CD Multissessão, os CD passaram a poder sergravados em várias sessões e em momentos definidos pelos utilizadores, até o disco ficar preenchido.
DVD (Digital Versatile Disk)

Para a gravação 
Os vários formatos de DVD, de acordo com as possibilidades de gravação que permitem aos utilizadores são: 
DVD-R, +R (Digital Versatile Oisk - Recordable)
Permitem a gravação de dados apenas uma vez. Estes DVD podem ter as capacidades de 4.7 GB (Single 
Layer) e 8,5 GB (Double Layer) no caso dos Singlesided e as capacidades de 9,4 GB (Single Layer) e 17 
GB (Double Layer) no caso dos Dual-sided.

DVD-RW, +RW (Digital Versatile Disk - Rewritable)
Permitem a gravação e regravação de dados e podem ser utilizados para fazer cópias de segurança dos dados em computadores pessoais. Estes DVD podem ter as capacidades de 4.7 GB (Single Layer) e 8,5 GB (DoubleLayer) no caso dos Single-sided e as capacidades de 9,4 GB (Single Layer) e 17 GB (Double Layer) no caso dos Dual-sided.

DVD-RAM 
Permitem a gravação e regravação de dados de forma semelhante aos DVD-RW, mas mais rapidamente do 
que estes. Estes DVD têm o disco protegido por uma estrutura de plástico semelhante às utilizadas nas 
disquetes. Os primeiros discos DVD-RAM têm capacidades de 2,6 GB (Single-sided) ou 5,2 GB 
(Double-sided) Os discos DVD-RAM, versão 2, têm capacidades de 4.7 GB (Single-sided) ou 9,4 GB 
(Double-sided).

Mini-DVD
A designação dos Mini-DVD é devida à dimensão do seu diâmetro de 8 cm, ao contrário dos DVD, cujo diâmetro é de 12 cm Existem em dois formatos principais, Single Layer Single Sidee Dual Layer Single Side, com capacidades, respectivamente, de aproximadamente 40 minutos de filme 11,46 GB) e de 
aproximadamente 75 minutos de filme (2,66 GB) O tamanho destes DVD tornou-os mais adequados para determinados fins, como, por exemplo, no envio por correio de material multimédia relacionado com apresentações e vídeos tem aproximadamente o dobro da capacidade de um CD-ROM, sendo, porém, mais leve.

Formatos
No quadro seguinte, estão apresentados os principais formatos de DVD, organizados de acordo 
com o tipo de informação que podem conter. 

Áudio

a) DVD Audio
  • O formato DVD Audio surgiu em 2000 e é semelhante ao CO Audio, mas em DVD. 
  • Este formato proporcionou à indústria discográfica um novoimpulso de desenvolvimento, permitindo armazenar áudio com alta qualidade e, devido à sua grande capacidade de armazenamento, incluir, além de música, informações adicionais, tais como biografias dos artistas, letras das músicas e videoclips. Podem ser reproduzidos num leitor de DVD Audioou de DVD Video.
Vídeos e dados

a) DVD Video 
  • O formato DVD Video surgiu nos Estados Unidos em 1997 e tornou-se um formato bem-sucedido. Este formato é o mais indicado para o armazenamento de filmes completos de longa-metragem com alta qualidade de vídeo e audio surround.
  •  Proporcionaalguma interactividade ao permitir que os utilizadores mudem entre cenas através de menus, visualizem cenas de diferentes ângulos e seleccionem diferentes desfechos para o filme.
  • Este formato possibilita a utilização de DVD de duas camadas para filmes mais longos, permitindo a reprodução contínua de um filme ou o armazenamento de um filme com duas versões. 
  • As unidades de leitura/escrita de DVD Video permitem a utilização de CD nos formatos CD-DA, Vídeo CD, CDR e CD-RW. Permitem, também, a utilização de DVD nos formatos DVD-R e DVD-RW e nos formatos DVD+R e DVD+RW quando as unidades o possibilitem. 

b) DVD-ROM
  • O formato DVD-ROM surgiu para substituir o formato CD-ROM, tendo mais capacidade de armazenamento do que este e servindo de suporte aos formatos DVD Video e DVD Audio. 
  • Este formato é indicado para guardar diversas aplicações multimédia e jogos com mais realismo. 
  • As unidades de leitura de DVD-ROM permitem ler CD com os formatos CD-DA e CD-ROM e, actualmente, substituem as unidades de leitura dos CD-ROM nos computadores.
  •  Estas unidades,quando equipadas com dois  lasers, podem, também, efectuar a leitura dos formatos CD-R e CD-RW. 

c) DVD hybrid
  • O formato DVD hybrid permite ter em cada um dos lados de um DVD um formato diferente como DVD-ROM de um lado e DVD-RAM do outro. 
  • Estes DVD permitem o seu funcionamento dos dois lados. 

d) Blu-ray
  • O formato Blu-ray é assim designado por utilizar uma tecnologia baseada num laser azul-violeta. Esta tecnologia utiliza um disco com 12 cm de diâmetro, tal como os CD e DVD comuns.
  •  Utiliza um laser com um comprimento de onda menor do que o dos CD e DVD. Desta forma, aumenta a precisão e permite focar pontos mais pequenos e mais próximos na superfície do disco, conduzindo a um aumento na capacidade de armazenamento dos discos.
  • Os CD e os DVD podem ser lidos nas unidades de leitura e escrita deste tipo de discos. 
  • Os discos neste formato podem ter a capacidade para armazenar 27 GB ou 54 GB, conforme tenham uma ou duas camadas de gravação.

Aula nº 40 10/2/2012

Modos de divulgação de conteúdos multimédia


Os modos de divulgação dos conteúdos multimédia podem ser dividido em duas partes: a divulgação online e a divulgação offline.


Online
- Disponibilidade de uso imediato dos conteúdos multimédia. 
- A divulgação online pode ser efectuada através da utilização de uma rede informática local ou um conjunto de redes, tal como a Word Wide Web. 

Offline
A divulgação offline de conteúdos multimédia é efectuada através da utilização de suportes de armazenamento.
(Os suportes de armazenamento mais utilizados na divulgação em conteúdos de multimédia são do tipo óptico, CD e DVD).

Linearidade 
É a passagem de conteúdos de multimédia através de acções pré-programadas.
Exemplo:
Programa de televisão – o telespectador não pode alterar a programação nem a perspectiva de filmagem de determinada câmara de filmar.

Não Linearidade
É a passagem de conteúdos de multimédia em que o utilizador interage com o desenrolar da acção.
Exemplo:
Utilização de um CD ou de um DVD – possibilidade de seleccionar as opções pretendidas.

Tipos de produtos multimédia
  • Baseados em páginas
São desenvolvidos segundo uma estrutura organizacional do tipo espacial. Esta é uma organização semelhante à utilizada nos média tradicionais em suporte de papel como revistas, livros e jornais.
Em alguns produtos multimédia, os utilizadores podem consultar as suas páginas utilizando as hiperligações existentes entre elas. Neste tipo de produto, as componentes interativa e temporal podem estar presentes através da utilização de botões, íconesscripts. Os scripts vão permitir a criação de pequenos programas para a execução de ações em determinadas situações como, por exemplo, a visualização de um vídeo ao fim de um determinado intervalo de tempo ou após um botão ter sido pressionado.
  • Baseados no tempo
    • São desenvolvidos segundo uma estrutura organizacional assente no tempo. Esta é uma organização com uma lógica semelhante à utilizada na criação de um filme ou animação.
    • Durante o desenvolvimento deste tipo de produtos multimédia os conteúdos podem ser sincronizados permitindo assim definir o momento em que dois ou mais deles estão visíveis.
    • A interatividade neste tipo de produtos é adicionada através da utilização de scripts.
    • A componente da organização espacial é também, neste caso, utilizada durante a fase de desenvolvimento deste tipo de produtos.
Em ambos os tipos de produtos multimédia (baseados em páginas ou no tempo) as componentes espaço e tempo coexistem, distinguindo-se na estrutura organizacional utilizada como ponto de partida para a disposição dos conteúdos.